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Regulamentação e Fiscalização PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Dispositivos de Tráfego - Zona de Obra

No que diz respeito a obras na estrada e na maioria dos casos, deve-se exigir determinadas alterações de comportamento dos motoristas por razões de segurança. Como os motoristas nem sempre procedem voluntariamente a essas alterações, são necessárias regulamentações restritivas.

Normalmente, estas regulamentações dizem respeito a limitações de velocidade e ultrapassagens. Intervenções sobre os limites de velocidade são ajustados para garantir uma adequada adaptação aos trechos com níveis de serviço reduzidos, proporcionar a proteção dos operários e facilitar a reação à existência de formação de filas.

Proibições de ultrapassagem são necessárias em casos em que é importante que os veículos se mantenham na sua via como por exemplo quando há afunilamentos e/ou zonas de transição localizadas em faixas com duas ou mais vias como no caso das auto-estradas – para evitar colisões laterais; e em áreas com tráfego em “contra-fluxo” sem separação física – para evitar colisões frontais.

Mesmo que os limites de velocidade em zonas de obras sejam convenientemente escolhidos, existe ainda o perigo de serem ignorados por uma parte significativa dos motoristas, ou de que outras regras de tráfego importantes, tais como proibições de ultrapassagem, sejam desrespeitadas. O controle policial ou por via de câmaras de vídeo de controlo de velocidade poderão constituir uma ajuda.

Proteção

Deve ser providenciada proteção adequada para os operários (envolvente de trabalho segura) – assim como para os usuários da estrada, especialmente os mais vulneráveis (evitar elementos e condições que possam ser perigosos).

Riscos e perigos incluem:

• Diferentes tipos de colisões, que envolvem os motoristas e pedestres, os operários e/ou veículos de trabalho;
• Obstáculos dentro da área de trabalho, como por exemplo materiais e maquinas de construção;
• Outros perigos dentro da área de trabalho, por exemplo superfície removida, buracos para a renovação de cabos;
• Situações de emergência, como por exemplo veículos parado na pista ou atendimento de despistes que eventualmente tenham ocorrido.

A protecção é aplicada através de equipamento de proteção; criação e manutenção de áreas/espaços (acostamentos, etc) de apoio e proteção; traçado apropriado das áreas de entrada e saída – onde for possível, usar vias específicas e zonas de estacionamento; oferta de espaço adequado para o movimento de peões; armazenamento adequado dos veículos de trabalho, do material, dos escombros, etc; garantia de não obstrução da visibilidade; roupas refletivas para
os operários; planejamento apropriado dos veículos de trabalho e um manuseamento seguro destes veículos. A proteção dos operários é especialmente importante. A estrada como local de trabalho deve ser classificada como qualquer outro local de trabalho. A exposição dos operários ao tráfego deve ser evitada e para isso devem ser providenciadas proteções físicas. Os operários devem estar visíveis aos motoristas. Os operários devem ainda ser protegidos de acidentes que envolvam veículos de trabalho. Demasiadas horas de trabalho são também para se evitar.

Implementação de zonas de obras

Os actores envolvidos na implementação de uma zona de obras são:


• o cliente: a entidade que ordena a obra
• o projetista
• o empreiteiro: companhia responsável pela instalação, operação, remoção da zona de obra
• os operários no local: os empregados do empreiteiro e que vão operar no local
• a policia de trânsito e/ou outras entidades responsáveis pela segurança rodoviária

 

A implementação da zona de obra compreende cinco fases:


1. Planejamento: tomar em consideração a segurança dos usuários da estrada e dos operários; os inconvenientes para a fluidez do tráfego e para os usuários; eficiente planejamento dos trabalhos e eficácia economica da operação; impacto ambiental e outros requerimentos qualitativos;
2. Projecto: consiste de recolha de dados; projeto da zona de trabalho; revisão e aprovação
3. Instalação: consiste das instruções passadas aos operários; implementação das medidas de segurança; e verificação antes do inicio das obras
4. Operação: consiste da avaliação continua das medidas de segurança, auditorias, avaliação
5. Remoção: isto é, retirada das medidas de segurança temporárias e avaliação final
(ARROWS Practical Handbook, 1998)

 

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